Uma pergunta recorrente nos dias de hoje, feita pelos mais e menos novos, que tanto nos espanta, desconcerta e por vezes assusta: Onde está o mal?
Pois é essa questão, colocada antes ou depois dos porquês, que resume muita da problemática do esforço (Luta): se aquilo a que pretendemos é correcto (Bem) ou incorrecto (Mal).
Fará sentido encetarmos uma cruzada para a concretização de algo que consideraremos profícuo (bom) para todos, desde que não interfiramos com vontades alheias: o consenso, advindo do diálogo esclarecido, seria a confirmação da Resposta como soma das partes. Alguém que se isola nunca provará o doce sabor do Amor, porque esta surge da Dualidade Amorosa, o partilhar numa entrega que se pretende Total...
Não dá para ignorar a combatividade de quem se entrega nas causas que considera justas. No entanto, o empenho na resolução nem sempre se encontra no desgaste do adversário, também o podemos encontrar no aproveitamento das próprias forças.
Um grito de revolta indispõe; uma verdade transmitida predispõe.
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