Leio e revejo no drama que tem sido a minha relação com Deus nos últimos anos: na Vontade de O Explicar, perco o Sentir-me com Ele e nisso, o Sentir-me com os outros. Bolas, ando diabolizado, pensar e sentir não andam coerentes e por muito que diga "sou cristão" não ajo nem me sinto sempre como tal. Católico então... Ou seja, até posso pensar em abraçar o mundo e mesmo fazê-lo, mas de nada me serve se não sentir o mundo nos (a)braços.
Com tantas versões do mesmo Deus ando confuso: ainda mais quando o hermetismo das palavras e expressões toca o ridículo. Desculpem-me os mais espirituais, mas sou um tipo de ciências, e nas questões espirituais um autêntico trolha. Preciso de conhecer exactamente o que me dizem. Mesmo abstractamente, tem que existir uma redundância que permita a comparação. Revelem Deus no concreto e perceberei. Não venham com “É demasiado complexo para ser tratado com tanta veleidade”, são tretas e sabem-no.
Com tantas versões do mesmo Deus ando confuso: ainda mais quando o hermetismo das palavras e expressões toca o ridículo. Desculpem-me os mais espirituais, mas sou um tipo de ciências, e nas questões espirituais um autêntico trolha. Preciso de conhecer exactamente o que me dizem. Mesmo abstractamente, tem que existir uma redundância que permita a comparação. Revelem Deus no concreto e perceberei. Não venham com “É demasiado complexo para ser tratado com tanta veleidade”, são tretas e sabem-no.
1 comment:
um dia alguém me disse "percebemos a existência de Deus no infinitamente pequeno, no infinitamente grande e na razão da nossa existência como seres humanos".
Disseram-me.
Não significa que o saiba explicar, ou muito menos o sentir.
Mas pode ser que te ajude a ti.
Naquele dia, naquela hora, a mim ajjudou.
depois acho que eu me voltei a... "perder" (?)
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