Da visualização e apreensão das palavras poderia resultar uma separação etimológica das mesmas. Estaria correcta, as raízes são distintas. E se... uma dependesse da outra? Se lhe coubesse a si decidir, a qual pertenceria a outra? Perderiam valor/importância por isso mesmo?
O Homem é, em grande medida, biologicamente explicável. Haja vontade para o fazer e, ultimamente, empresas financeiramente dispostas a tal (porque alguns Estados teimam em fechar os olhos a uma realidade).
Oriente e Ocidente mapearam energética e física/materialmente o corpo humano nos últimos milhares de anos. Estas descobertas, filtradas de acordo com as vontades de alguns, revelam-nos algo muito simples, com a devida atenção: o homem possui, em comum com as restantes formas de vida que com este partilham esta Rocha, uma subtil forma de transformar matéria e energia, e vice-versa. Grande coisa, poderão pensar. Outros Calhaus de maiores dimensões libertam energia, e grandes Buracos absorvem-na. A própria Terra o faz. O Homem fá-lo conscientemente, e aí reside a maior das diferenças.
Tem ainda a capacidade para canalizar, orientar essa energia dentro do corpo, através de um processo profundamente sensorial. O que Freud designava por Pulsão desempenha, para além das tradicionais funções sexuais e de “manutenção” corporal , uma função superior: um estímulo intelectual.
Tal força interior, que podemos chamar de Vontade, actua como verdadeiro instrumento impulsionador e estimulador de acções e condutas.
Quando estabelecido um correcto e cadenciado ritmo, a junção da Vontade inferior com a superior gera um turbilhão energético cujo caudal é suficiente para suprir várias necessidades do ser humano, de natureza cognitiva, e originar fenómenos a que a ciência atribui nomes como faquirismo, experiências extra-sensoriais, fenómenos para-psíquicos e outros.
E…?
Sexualidade e espiritualidade, enquanto experiências com um fito pré-definido, ou seja, a descoberta sensorial do outro e a descoberta de Deus, têm o mesmo efeito (secundário?): no outro, ser ou Deus, me vejo, reconheço, lanço, contemplo e liberto, pois seremos, no cumular, um só.
A materialização de um sentimento duma forma forma sexuada é-nos entregue como algo superior, prevendo a ascensão a um estado de unificação, partilha, identificação, entrega, um apelo à concepção se planeada, sendo então fortemente prenunciador do surgir dum novo ser, possuidor da essência da vida.
Será utópica a sociedade carregada deste simbolismo?
O Homem é, em grande medida, biologicamente explicável. Haja vontade para o fazer e, ultimamente, empresas financeiramente dispostas a tal (porque alguns Estados teimam em fechar os olhos a uma realidade).
Oriente e Ocidente mapearam energética e física/materialmente o corpo humano nos últimos milhares de anos. Estas descobertas, filtradas de acordo com as vontades de alguns, revelam-nos algo muito simples, com a devida atenção: o homem possui, em comum com as restantes formas de vida que com este partilham esta Rocha, uma subtil forma de transformar matéria e energia, e vice-versa. Grande coisa, poderão pensar. Outros Calhaus de maiores dimensões libertam energia, e grandes Buracos absorvem-na. A própria Terra o faz. O Homem fá-lo conscientemente, e aí reside a maior das diferenças.
Tem ainda a capacidade para canalizar, orientar essa energia dentro do corpo, através de um processo profundamente sensorial. O que Freud designava por Pulsão desempenha, para além das tradicionais funções sexuais e de “manutenção” corporal , uma função superior: um estímulo intelectual.
Tal força interior, que podemos chamar de Vontade, actua como verdadeiro instrumento impulsionador e estimulador de acções e condutas.
Quando estabelecido um correcto e cadenciado ritmo, a junção da Vontade inferior com a superior gera um turbilhão energético cujo caudal é suficiente para suprir várias necessidades do ser humano, de natureza cognitiva, e originar fenómenos a que a ciência atribui nomes como faquirismo, experiências extra-sensoriais, fenómenos para-psíquicos e outros.
E…?
Sexualidade e espiritualidade, enquanto experiências com um fito pré-definido, ou seja, a descoberta sensorial do outro e a descoberta de Deus, têm o mesmo efeito (secundário?): no outro, ser ou Deus, me vejo, reconheço, lanço, contemplo e liberto, pois seremos, no cumular, um só.
A materialização de um sentimento duma forma forma sexuada é-nos entregue como algo superior, prevendo a ascensão a um estado de unificação, partilha, identificação, entrega, um apelo à concepção se planeada, sendo então fortemente prenunciador do surgir dum novo ser, possuidor da essência da vida.
Será utópica a sociedade carregada deste simbolismo?
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